Em reunião nesta quarta (11), o colegiado destacou que as chuvas de janeiro elevaram os armazenamentos e levaram o SIN a cerca de 50% de volume. Diante disso, o ONS ressaltou seu enfoque na estratégia de redução da inflexibilidade hidráulica no SIN.
O CMSE também aprovou a Agenda Estratégica Eletroenergética de 2026 e apontou para necessidade de consolidar um plano de ação para a bacia do Paraná, com foco em viabilizar novas reduções de vazão a partir de março.
O Comitê ainda validou os estudos sobre o nível de aversão ao risco nos modelos do setor, que devem embasar os parâmetros a partir de 2027. O tema será levado a consulta pública ainda em fevereiro, com workshop previsto para 25 de fevereiro.